Posts de Novembro, 2007

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Tum-tum-tum-tum-tum-tum*

Novembro 30, 2007

Nossa senhora.
Já sou ansiosa por natureza, como já contei antes por aqui. Ansiosa a qualquer momento, em qualquer situação.
Agora, imagine um ansioso patológico às vésperas de um grande acontecimento.
Pior. Três acontecimentos importantes que, por ordem de chegada, são:
Show amanhã. É. Show em Cruzeiro, lá no Capitólio. (Vixe. Amanhã serei um zumbi)
Primeira grande aquisição, se deus quiser, ainda neste mês. (YEAH!)
Realização do único sonho da minha vida. (Bom. Agora terei que arranjar outros, porque esse está até com data marcada: 18 de dezembro)

Meu coração está disparado, almoço e janto meus dedos, mordo minha língua até doer e passo o tempo todo pilhada. À noite tenho (ainda mais) dificuldade de pegar no sono.
Ah! Quem precisa dormir, né?

Uhuuuuuuuuuuuuuuu!

Só não arranco meus cabelos porque eles são lindos.

Hahahaha….



* as batidas do meu coração.

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Novembro 21, 2007

Faz tempo que não escrevo nada aqui.
Tenho feito e pensado em tanta coisa que não dá tempo de escrever. Só tenho tempo de sentir e refletir a respeito de planos para a minha vida.
Até anoto uns tópicos, mas só a título de organização das idéias mesmo, porque as coisas, quando resolvem a acontecer com a gente, adoram vir de cambada.
E na minha vida não é diferente. Decisão atrás de decisão. Afe.

Tô me sentindo como se tivesse um monte de borboletas chapadas de ácido voando dentro de mim.

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA.

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Meu passado me condena

Novembro 8, 2007

Todo mundo tem segredos e coisas que gostaria de esquecer junto com o passado. Todo mundo tem histórias que nega até a morte e se pudesse, mataria as testemunhas do mico pra enterrar de vez a pérola.
Eu tenho várias dessas. No entanto, são poucas as que realmente me avexam. Acho que é porque eu respeito muito meu passado, e em todos os aspectos, reconheço-o como um banco de dados da minha história. Embora seja tosco, não nego que dancei sim a tal da lambada, colecionei fotos de artistas em uma pasta que eu considerava meu tesouro pré-adolescente e fui pega dançando sozinha uma música do Latino. Ui.

Não tenho medo de admitir porque é por essas e outras que sou o que sou hoje. Não sei de que forma isso me influenciou positivamente no caminho musical, mas…. Enfim. Acredito que pra falar mal com propriedade, a gente tem que conhecer bem aquilo em que está metendo o pau. E isso com tudo na vida: o negócio é ver (ou ouvir) pra saber qualé.

Na verdade, o que me levou a pensar neste post foi uma das coisas do meu passado que são TopTop ridículas, mas que não nego. Eu fui fã das Spice Girls.
Pronto. Fui. Daquelas de ter pôsteres, tradução de todas as músicas, de mandar comprar o cd em São Paulo porque ia demorar pra chegar em Cruzeiro, de ver todos os clips, de ter todos os cds, de acompanhar qualquer citação do grupo na TV e em revistas de fofoca. Tudo bem que pra uma pré-adolescente esse era um comportamento perfeitamente aceitável à época do “Girl Power”, mas, amigos, eu já tinha 18 anos. Vergonha, vergonha!, mas pra que esconder? Eu mesma rio muito disso hoje.

Ontem, por curiosidade, tive o desprazer de ver o ‘novo’ clipe das Spice. O ‘grande’ retorno que a mídia está reverberando há um tempinho já e que, sinceramente, mais de dez anos depois eu passo. Pra mim, ou elas estão querendo só ganhar uma grana ou foram abduzidas. Na boa, gente normal não faz aquilo. Puta que o pariu. Graças aos céus e às boas influências que tenho tido desde aquela época, meu gosto musical evoluiu bastante.

Acho até que vou começar a negar essa fase da minha vida até a morte. Minha ou da testemunha que insistir.

Spice Girls? Eu? Ahn? Do que você tá falando? Quando? Ahn, todos os discos? Peraí. PAM! PUM! SOC! POUF! PLAF! (um a menos pra tentar me chantagear)

Uáááááhahahahahahahahahahahaha……




Vejam se não tenho razão de me envergonhar:

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Like the weekends

Novembro 1, 2007

Tenho que contar um segredo: O Sol e a Lua se amam.
É verdade. Não sei se você já sabia, mas eles são apaixonados e nunca esquecem um do outro. Só que, em nome de seu amor nunca se encontram, porque estão fadados a viver e trabalhar em períodos diferentes das 24 horas do dia. O Sol, que se levanta cedo para aquecer e iluminar o mundo, não se encontra com a Lua porque ela trabalha à noite, embelezando as trevas e inspirando os apaixonados.

Ela dorme quando ele acorda, ele se recolhe quando ela aparece. Um do claro, outro do escuro. Um do calor do dia, outro da brisa fresca que vem com a noite. Amantes que se acompanham em pensamento e que vivem à espera do eclipse, o esperado momento em que poderão se encontrar por um pequeno tempo, que embora seja mínimo em comparação ao que passam separados, para eles é tudo.

(suspiro)…